

Sem saber o que era o amor,
Fui jovem.
Sabendo o que era o prazer,
Fui homem.
Sabendo o que era o amor perdido,
Fui bicho.
E naveguei em 1500 pelas
Ruas
Devagar a dançar por fora
E me iludir por dentro!
Oh! Se o dia do nosso encontro
Não vem,
O que é que tem,
Se me tornar um cético?
O amor, esse ingrato que me deu você,
E partiu devagar, levando
Pedaço por pedaço do meu amor-próprio
Até me deixar sozinho,
Eu, comigo mesmo,
Numa noite num bar navegando e me perdendo,
Na lapa,
Compartilhando segredos e dores de cotovelo!