Um dia desses tive completa certeza de que aprendi a amar um pouco mais o ser humano. Aprendi até a ser mais humano, mais amável. E a ouvir um pouco mais, embora essa seja uma das minhas qualidades.
Conheci uma mulher, que devia ter lá os seus 43 anos de idade. Olhos tristes e fala mansa. É uma mãe de Santo, filha de odé, caçador, conhecedor e amável também. Me identifiquei na hora, enfim, também sou de odé, e a gente vai aprendendo a se amar, com o tempo.